VG. Laboratórios
Laboratório offshoreLançamento e cravação do torpedo
01 / LANÇAMENTO

Lançamento e cravação do torpedo

Queda do torpedo na coluna d’água a partir do repouso e cravação no solo pelo modelo de True (1976). A velocidade no leito é a velocidade inicial da cravação.

SELEÇÃO

Modelo de torpedo

ENTRADAS

Geometria da queda

A área de arrasto é calculada por πD²/4. O script local soma duas parcelas de arrasto (Cd frontal e superior) na mesma área; este estudo mantém essa hipótese. Não inclui correnteza, atitude ou oscilação do torpedo.
PERFIL DE DESCIDA

Velocidade × percurso

Velocidade calculadaVelocidade terminal teórica
CORTE DA COLUNA D’ÁGUA

Coluna d’água

SEÇÃO EM ESCALA

Torpedo, solo e linha

Passe o mouse sobre o solo para ler profundidade e Su.

Linha enterrada (corrente)Corrente suspensaTorpedoSu crescente com a profundidade
CRAVAÇÃO · TRUE (1976)

Penetração no solo a partir da velocidade de impacto

A velocidade no leito calculada acima é a velocidade inicial V₀ da cravação.

Velocidade da ponta durante a cravação
Ponta FNAtrito lateral FTArrasto FDPeso efetivo W′
Modelo. vi = vi−2 + 2Δt/M* · (W′ − FD − FN − FT), com Δt = Δz/vi−1 e M* = massa + 2(ρsVsolo + ρwVágua). W′ = War − γsVsolo − γwVágua: enquanto a estaca está parcialmente enterrada, a parte no solo recebe o empuxo do solo e a parte acima do leito o da água; com a estaca toda enterrada, só o do solo. FN = Nc·AF·Su·Se*·φ, FT = (α/St)·Su,méd·πD·Lenterrado·Se*·φ, FD = ½ v² Cd ρs AF, Se* = Se / (1 + 1/√(Cev/(SuD) + 0,06)) e φ = ((v/D)/0,17)n. O olhal fica acima do corpo: no T-120, o corpo tem 20,93 m e o conjunto com o olhal, 23,93 m.