Polos definem a rotação.
Com f constante, dobrar P reduz nₛ à metade. O número de polos não escolhe o tipo de núcleo. [3]
Com f constante, dobrar P reduz nₛ à metade. O número de polos não escolhe o tipo de núcleo. [3]
O eixo d passa pelo centro do polo; q, pela região interpolar. Em uma máquina saliente convencional, o caminho em d tem menor relutância; em geral, Xd > Xq. [3]
As chapas ficam em planos transversais ao eixo. A CC é estacionária no referencial do rotor; a laminação reduz perdas causadas por componentes variáveis de fluxo. [2]
| Barras/polo | Área | Diâmetro | Passo | Critério |
|---|
A seção “rotor types” documenta lâminas estreladas em 4–6 polos e polos individuais sobre aranha ou forjado. São exemplos da linha do fabricante.
Rotor principal de quatro polos, polos laminados, bobinas de campo e polaridades alternadas. Veja “Main Rotor”, p. 3.
Modelos de enrolamento, eixos d/q, saliência e potência angular. Base conceitual para conectar a seção transversal ao comportamento elétrico.
Máquinas síncronas e enrolamentos amortecedores; §6.2.3 explica sua participação na partida de motores.
A Step-by-Step Procedure to Perform Preliminary Designs of Salient-Pole Synchronous Generators. Projeto preliminar analítico comparado com FEM.
Coeficiente de Carter, seção 2.7.1. Referência para a aproximação de entreferro efetivo e sua consistência quando a abertura tende a zero.
Design of Synchronous Salient Pole Machines. Origem das correlações do pré-dimensionamento. Suas faixas didáticas não são requisitos universais ou certificação IEC.